segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

CAMINHOS HISTÓRICOS: MAMBUCABA.


Pois bem. Estamos aqui revelando mais uma aventura em terras dos Reis. O caminho foi longo, cansativo, porém revelador de belezas. Caminhada móvel. História a céu aberto. O que falar? Uma igreja barroca nos encanta, nos abençoa e o casario é tudo de bom. Que fez tudo isso? Os reis? Foram os seus escravos que construíram tudo isso. Uma beleza. Celebremos os trabalhadores dessas lindas obras arquitetônicas. Chão de pedra. Chão de pé batido. E o mar bem de fronte esplêndido atualiza o caminho daqueles que passaram por aqui. Eita! Vamos voltar um dia e vivenciar a alegria de estar em outros tempos. Como boa essa preservação. Não damos valor. Desliguem os celulares ou melhor, perca-os nas ondas. Viva. 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

A IMPORTÂNCIA DA AVENTURA

Por que homens e meninos são tão atraídos por histórias de aventuras? É possível que a evolução tenha um dedo nisso.

O cérebro masculino foi montado e selecionado para aventura. Lá no útero da sua mãe, você foi bombardeado com uma série de substâncias – em especial hormônios anti-Mullerianos e testosterona – que programaram os delicados circuitos cerebrais do feto para funções como exploração e localização, habilidades essenciais para um grande primata mapear seu território.

A testosterona provavelmente continua a estimular o instinto exploratório nos homens na idade adulta: estudos mostraram que injeções de altas doses de testosterona em animais machos os levaram a expandir suas distâncias de exploração. Primatologistas também observaram que grupos de chimpanzés machos que se aventuram para muito longe de sua base tipicamente apresentam níveis de testosterona mais elevados que grupos que permanecem próximos aos arredores.

Biologistas evolucionários acreditam que o motivo pelo qual os machos da maioria das espécies – humanos incluídos – evoluíram para explorar e localizar decorreu da necessidade de patrulhar, proteger e expandir seu perímetro territorial, garantido o acesso a novas fontes de alimento e fêmeas. Ademais, uma vez que os machos são sexualmente dispensáveis, as espécies podem arcar com o custo de perder alguns poucos deles em viagens arriscadas rumo ao desconhecido.

Milhares de anos após nossos ancestrais caçadores-coletores terem deixado as planícies da África, o ímpeto exploratório persiste no DNA dos homens. Foram homens que singraram o globo na era das Grandes Navegações, alcançaram os polos e aterrissaram na Lua. Podem dizer que essas empreitadas foram decorrentes de interesses econômicos, políticos, culturais ou científicos, mas é impossível negar que talvez tudo tenha sido feito apenas como uma resposta ao chamado instintivo da aventura.

Além de nossa propensão nata para investigar, a aventura também traz embutida vários outros valores da masculinidade, tais como risco, competição, resiliência, coragem e dominância. A aventura oferece uma pista de testes para a consistência de um homem.

Infelizmente, no mundo atual, a aventura tornou-se um artigo escasso. Quase toda parte do planeta já foi explorada e os grandes destinos para aventura foram trilhados, cartografados, descritos e sinalizados, e muitos são até mesmo vendidos em pacotes turísticos cheios de amenidades.

A aventura é importante para um Homem. Está nos seus genes, você foi programado para isso. Talvez tenha que se empenhar um pouco mais para encontrá-la, mas saiba que ela está lhe esperando. Respire fundo, faça seus planos, arrume sua mochila e aventure-se!


Fonte: http://manhoodbrasil.com.br/2016/11/21/a-importancia-da-aventura/

terça-feira, 22 de agosto de 2017

SCRAPBOOK TRAIN TRAVEL

Para quem gosta de turismo independente,
 este é um ótimo scrapbook para guardar as melhores fotos da sua viagem.





segunda-feira, 21 de agosto de 2017

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

CRÔNICA URBANA #13 - PEDRA SELADA OU VARGEM GRANDE


Quando eu fiz a curva...que maravilha! Estava tudo lá: nuvens, sol, montanhas, muitas montanhas. Uma sobre a outra feito quebra cabeça. E do outro lado do carro, a minha abelha rainha zuava toda desesperada para cair num imenso vale da pedra selada. A pedra só iria aparecer mais tarde. Está bom, lá em Mauá paramos para tomar um café. 

Na bagagem uma Nossa Senhora apontava para frente: É logo ali que a paz se encontra e no rio a balsa que não existia mais. Uma casa com jeito de senzala troca olhares com um desconhecido que não conhece fotografia de um turista independente. Valeu! Um senhor de chapéu de palha nos convida para um cochilo e uma feijoada. Fica para outro dia seu moço, a noite já se apresenta. 

E diante do Rio Preto, um peixe-boi nos dá de presente um lindo córrego de amor. 

FOTOGRAFIA URBANA #5 - CAMINHO VARGEM GRANDE/MAUÁ


 CAMINHANDO DE VARGEM GRANDE ATÉ MAUÁ


Ao fundo uma igrejinha.

Araucárias

Araucárias II


Igreja Nossa Senhora Aparecida (Frente)

Igreja de Nossa Senhora Senhora Aparecida

Pedra Selada

Antiga Senzala ?

Igreja Santo Antônio 

Igreja Evangélica

Igreja Santo Antônio 

sábado, 1 de outubro de 2011

CRÔNICA URBANA#6: DANDO UMA VOLTA EM VOLTA REDONDA

Dessa vez sem retratos, apenas pintura. A realidade dói, por isso fantasiamos tanto a nossa vida. Dando uma volta em Volta Redonda, primeiro vou com muita fome, no Espaço das Artes Zélia Arbex, em cartaz uma exposição do Atêlie Tânia Corsini. Vendo os quadros dos seus alunos, dá para se ver que é uma escola de pintura, refiro-me a uma escola de tendência. A mestre influência várias pinceladas presente nos trabalhos de Marly Rosa e Martha Costa. Dois adolescentes fêmeas que olhavam para um quadro dão uma gargalhada debochada. Isso é Arte? ___Sim, isso é Arte. Respondo mentalmente. Para entender a Arte é preciso estar numa vibração diferenciada, entendeu? Num nível de intelectualidade bem mais avançado, não estou falando de conteúdo enciclopédico escolar, e sim de sensibilidade humana. Não entenderam nada nê. #

Eu para dizer a verdade, detesto pinturas feitas em Atêlies de pintura coletivo com foco acadêmico, mas confesso que este Atêlie me convencem por toda hora, a pensar que boas pinturas são feitas também nestes ambientes normáticos.
Clavir Spinola tem um olhar quase microscópico da natureza, fazendo-nos ver minúcias que não acostumamos ver no nosso dia-a-dia. A gentil Roseli Freitas, nos seduz ao mundo da infância. Lindos quadros, decorativos e de traços refinado. #

Sabe uma coisa que eu observo nos centros urbanos? 

terça-feira, 20 de setembro de 2011

CRÔNICA URBANA #10: CAMINHANDO PELA CORTE #2


Rio de Janeiro, 18 de setembro de 2011
Rio, uma cidade de destinos
Rio é uma cidade de destinos, de encontros inventados às 16h. Vinte e dois graus celsius marca o relógio eletrônico em frente ao edifício condor. Árvores a perder de vista pelo Largo do Machado. Hoje eu estou no Rio, um caminho de muitos matizes. Morrer de coração era o sonho de todo romântico. Ave Romeu ! Ave Julieta ! O caminhar senhores às vezes se dá pela imobilidade. Ficar simplesmente parado, ouvindo-vendo-sentindo os transeuntes urbanos. Ainda continuo diante do Largo – imenso aglomerado.  Na verdade em frente a praça do Largo. Recordo-me que certa vez uma imagem me inspirou a uma foto. Muito delas são imaginárias, mas a minha sorte é que eu estava com a máquina na mão. O mundo é muito Appeal. Silêncio. Quanta custa o preço do chapéu? Custa R$ 20,00 respondeu-me um latino-boliviano-peruano-colombiano. Minha originalidade não me deixa comprá-lo. Quero ser diferente. Espero ansiosamente um grande amigo. Bater um papo num café. Encontro que não se vê mais hoje em dia. Aqui no Rio, isso não é coisa só do passado. Encontrar um amigo para tomar um café é um evento especial na vida. Esses encontros, caríssimos senhores, transcendem o tempo e o espaço. Fica registrado nas estrelas. Quando e onde vamos nos encontrar de novo? Não importa. Sou íntimo de mim mesmo. Este meu amigo é muito validador. Otimista. O pior já passou. Agora você está na melhor das energias: você. Eu? Sim, você é o seu melhor projeto. Um abraço. Eu gosto muito do Rio. As lembranças de infância são as melhores. Alguma vez experimentou dormir em um hostel. Quarto coletivo com 22 camas costuma custar mais barato. Não deu tempo de conhecer os meus companheiros de quarto. Vivênciamos uma coletividade discreta e silenciosa. Nos falamos sem fala,
No outro dia, na Rua Hadock Lobo, Bairro Afonso Pena, em cada esquina uma guardiã do tempo, senhoras sentadas em seus bancos altares. Rezam por aqueles que passam. Babuciam palavras incompreensíveis. Devo lembrar que é Domingo. As guardiãs gostam também de ficar em frente aos templos religiosos da Rua Haddock Lobo. Um viaduto testemunha o trabalho-tempo das guardiãs.  O que fazem exatamente? Os transeuntes urbanos da Rua Haddock Lobo, já estão acostumados com a presença das guardiãs. Da janela da Escola Municipal Mário Claúdio ouço em silêncio pré-concurso da multirio a loja do Popeye – vende artigos de São Cosme e São Damião. Sirenes de Ambulância. Estou no terceiro andar na sala 20 numa carteira encostada a janela, por isso o testemunho indiscreto. Para escrever uma crônica urbana, a indiscrição tem que estar presente. O rio é uma cidade de destinos inventados. 

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

FOTOGRAFIA URBANA #4: CAMINHOS DE MAUÁ (21 de julho de 2011)

Chegando na Vila de Mauá

Lá em Mauá

Centro Cultural de Visconde de Mauá



Parada para o Café: Cristina da EMATER e Artesãs de Itatiaia


Armazen do Artesão


Um clima bem Hare Rama




Estamos em Maringá-RJ

Maringá-RJ

Este é o Rio Preto

Um divisor de Estados

Um Rio que corta o Estado do Rio e o Estado de MG

HEHEHE

Agora estamos em Maringá-MG







Atravesando esta Ponte chegamos no Estado do Rio





Estamos nos despedindo

Até breve Mauá


Lá em MAUÁ